Programa 5S: Implantação

O Programa 5S, criado nos Estados Unidos e consolidado no Japão do Pós Guerra, é um programa que proporciona a primeira experiência em qualquer organização que deseja adotar a qualidade como princípio fundamental. A Brava Consultoria implanta o sistema de Gestão pelo Princípio do 5S em sua empresa, tornando-a mais organizada e preparada para adotar todas as demais ferramentas depois da implementação de uma cultura de qualidade no grupo de colaboradores.

 

Análise Ergonômica do Trabalho (AET) Conforme NR 17

Esta consultoria, realizada por especialistas da Brava na ciência dos movimentos, propõe soluções tecnológicas eficientes para evitar doenças ocupacionais e possíveis acidentes de trabalho decorrentes das condições inadequadas do ambiente de trabalho. Nossos consultores realizam estudo aprofundado de cada estação de trabalho, buscando atender a necessidade de cada trabalhador e tornar compatível o local de trabalho com a atividade desenvolvida. Elaboramos também o Laudo Ergonômico para efeitos de legislação.

Estudo de Fluxo de Produção e Arranjo Físico Produtivo

Neste trabalho de Consultoria, os profissionais da Brava realizam estudo aprofundado do processo de sua empresa, buscando identificar todos os sintomas que atrasam a produtividade, interferem na qualidade do produto final e alimentam as perdas, o desperdício e o retrabalho. De posse de ferramentas administrativas modernas, nossos consultores trabalham em parceria com os operadores, tornando-os comprometidos com as mudanças implantadas e fazendo-os protagonistas da nova realidade.

CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes: Implantação

Neste tipo de consultoria nossos técnicos capacitam os membros eleitos e designados da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes em todas suas ações, desde a confecção de atas, a preparação e realização das reuniões mensais e extraordinárias, as investigações e avaliações dos locais de trabalho, assim como, os processos eleitorais e escolhas de comissões de eleição. Também assessoramos a empresa nas exigências legais do Ministério do Trabalho em toda a documentação pertinente.

Manutenção Produtiva Total (TPM): implantação

Uma nova modalidade de Manutenção está tornando as empresas modernas mais dinâmicas e evitando as Paradas de Manutenção, desde que foi adotada a TPM, ou Manutenção Produtiva Total. Nesta modalidade o operador se torna protagonista de sua tarefa e responsável pelo bom desempenho da sua máquina. Além da implantação do Sistema TPM, nossos consultores auxiliam seus funcionários no preenchimento dos formulários e no acompanhamento meticuloso das ações preventivas de manutenção.

Ferramentas da Qualidade: implantação

Este conjunto de ferramentas é de suma importância para que sua empresa adote os controles essenciais para evitar retrabalhos e desperdícios. As sete ferramentas da qualidade são o Fluxograma, Cartas de Controle, Diagrama de Ishikawa, Folhas de Verificação (Check List), Histograma, Gráficos de Dispersão e o Diagrama de Pareto. Nossos consultores elaboram e implantam em parceria com sua equipe todas estas ferramentas que tornarão seu processo mais simples e sob controle.

Manual de Boas Práticas de Fabricação (BPF): implantação

Este trabalho de consultoria se constitui de uma avaliação aprofundada do Arranjo Físico e da Edificação, do Controle do Processo, do Fluxo Operacional e Condições de Armazenamento de Matérias Primas e Insumos. Além disso, é realizada uma Revisão dos Aspectos de Higiene Operacional e Contaminação Cruzada. Após esta avaliação é emitido um Relatório Diagnóstico indicando as adequações necessárias, juntamente com a elaboração da documentação e sua implantação gradativa, de forma a atender as exigências legais ou de potenciais clientes. Elaboramos o Manual de Boas Práticas de Fabricação e implantamos dentro de uma nova concepção de Política de Segurança Alimentar, que proporcionará credibilidade e confiança ao produto final.

Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (HACCP) – Implantação

O Sistema APPCC ou HACCP é uma Política de Segurança Alimentar reconhecida internacionalmente como essencial para evitar a contaminação de alimentos e produtos congêneres. Primeiramente implantada pelos profissionais da NASA, hoje se consolidou como uma exigência da indústria alimentícia em todo o mundo. Neste trabalho, após consolidada a implantação do Programa de Boas Práticas de Fabricação, o próximo passo é estabelecer os Pontos Críticos de Controle do processo, implantando em cada um deles um severo acompanhamento estatístico que possibilite tomadas de ação imediatas.

Cronoanálise: Estudo de Tempos Produtivos

A Consultoria em Cronometragem e Cronoanálise realiza o Estudo dos Tempos Padrões das Operações Produtivas da empresa, estabelecendo Concessões e Interferências de acordo com a característica de cada área e de cada posto de trabalho. Também é capaz de identificar todos os Minutos Improdutivos durante o processo, fazendo um estudo de cronoanálise que permita ao corpo gerencial melhorar a performance do seu sistema de gestão agindo pontualmente nos motivos que geram estas perdas.

Consultores

Mestre em Educação pela UNISINOS – Universidade do Vale dos Sinos de São Leopoldo-RS, Tecnólogo em Gestão da Produção, Licenciado e Pós-Graduado em Estudos Sociais pela UPIS – União Pioneira de Integração Social de Brasília-DF, Professor convidado no programa de Pós-Graduação em Direito do Trabalho da UNICLASS de Goiânia-GO, professor de Cursos Técnicos Profissionalizantes da Região Metropolitana de Porto Alegre, Consultor do SENAI RS para racionalização de processos e Boas Práticas de Fabricação em empresas da região; Instrutor do SENAI em cursos de PCP e M & T In Company, Tutor do SEBRAE Nacional em Segurança Alimentar, ex-Gerente Industrial de indústrias alimentícias em SC, PR e GO por mais de 12 anos. É consultor diretor da Brava Consultoria e Treinamento.

CLAUDIO DUARTE

Técnico em Segurança do Trabalho e Instrutor Técnico em Sistemas de Transporte e Movimentação de Materiais com experiência comprovada na operação de equipamentos por mais de 15 anos. Especialista em segurança de Operação de Pontes Rolantes, Empilhadeiras, Guinchos e Guindastes em empresas de grande porte da região metropolitana. Experiência na aplicação das Normas Regulamentadoras NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais e NR 12 – Maquinas e Equipamentos nos processos de movimentação em empresas da região do Vale dos Sinos.

Engenheira de Alimentos com especialização em Engenharia de Produção na área de Gestão de Desenvolvimento de Produto. Atuou em empresas do segmento alimentício na implantação de Sistemas de Qualidade e Segurança Alimentar. Foi responsável pelo Controle da Qualidade em empresas renomadas da região Sul, com destaque para carnes, doces, farináceos e rações animais. É Consultora Plena da Brava Consultoria e atua na implementação de Manuais e Procedimentos Padrões, além da capacitação de Equipes Multidisciplinares nos Sistemas de Boas Práticas e APPCC. 

ERNANI EUGENIO MATSCHULAT

Pedagogo Empresarial especialista em Mecânica de Precisão, Ex-Instrutor do SENAI CETEMP em São Leopoldo-RS, onde ministrou conteúdos no Curso de Mecânica e Segurança do Trabalho. Responsável Técnico pelos setores de Ferramentaria e Matrizaria de Escolas do SENAI no RS. Possui experiência na área de Mecânica em instrumentos de Medição e Aferição e de Confiabilidade Metrológica. Atuou ainda nas áreas de Tratamento Térmico de Materiais de Construção Mecânica. É Consultor Pleno da Brava Consultoria em treinamentos de Desenho Mecânico e de Tolerâncias Geométricas e de Superfícies.

Técnico em Segurança do Trabalho com registro junto ao Ministério do Trabalho e Emprego; Bombeiro Civil especialista em Sistemas de Busca e Resgate Voluntário pela SOS Trauma, com competência nas Normas Regulamentadoras NRs 33 e 35. Instrutor de Treinamentos em Brigada de Incêndio, RT-014 e Primeiros Socorros. É Consultor Pleno da Brava Consultoria em Programas de Saúde e Segurança corporativos, responsável pela implantação e consolidação em empresas da região.

LAIR

Enfermeira do trabalho com Especialização em Administração Hospitalar pela Associação dos Hospitais do Rio Grande do Sul, Ex-chefe de enfermagem por mais de 10 anos no Hospital Nossa Senhora da Conceição de Porto Alegre. Professora de cursos técnicos de enfermagem e de pós-graduação em entidades de Ensino Superior de Saúde da região metropolitana. Consultora Plena da Brava Consultoria para cursos de capacitação em atendimento à saúde do trabalhador.

LEODI AGO2014

Especialista em Gestão Administrativa, com formação superior em Letras e carreira desenvolvida em áreas administrativas e operacionais de empresas de grande porte do Sul do país. Experiente em Programas de Qualidade e Produtividade, com ênfase em Gestão de Fornecedores e Práticas de Organização e Estratégia de processos, documentação e procedimentos administrativos. Possui larga experiencia na elaboração de documentos e formulários visando programas de racionalização de fluxo documental de empresas, com objetivo de certificações ISO. É Consultora Senior da Brava Consultoria na implantação do sistema de Gestão pelo 5S, na Racionalização de Processos Administrativos e de Programas de Melhoria Contínua.

Orçamento para Treinamento

Brava Consultoria e Treinamento Ltda.
Rua Irmão Norberto Francisco Rauch, 755 – B714
PORTO ALEGRE-RS CEP 91450-147
(51) 3104-5757   (51) 98919-8828
contato@bravaconsultoria.com.br
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      Sua Empresa precisa constituir CIPA?

      Diz a legislação na Norma Regulamentadora NR05 que devem constituir CIPA, por estabelecimento, e mantê-la em regular funcionamento as empresas privadas, públicas, sociedades de economia mista, órgãos da administração direta e indireta, instituições beneficentes, associações recreativas, cooperativas, bem como outras instituições que admitam trabalhadores como empregados.

      Ou seja, toda a empresa que contratar funcionários pelo REGIME CLT deverá constituir CIPA. Mas há dois condicionantes para essa obrigatoriedade: o Grau de Risco da atividade principal, estabelecida de acordo com o agrupamento do CNAE (Classificação Nacional das Atividades Econômicas – numero que a empresa recebe já no seu registro na Receita) e a quantidade de funcionários. De posse desses dois elementos você acessa o QUADRO I da NR05 e verifica a necessidade da CIPA e a quantidade de membros que a Comissão terá.

      O QUADRO II da Norma Regulamentadora NR05 estabelece agrupamentos de CNAE com atividades econômicas similares. Por exemplo, C2 é um agrupamento do segmento de ALIMENTOS que reúne várias empresas de CNAE desta atividade. Se a sua empresa é deste segmento e o CNAE dela aparece neste agrupamento constante no grupo C2 do QUADRO II, você poderá identificar no QUADRO I a necessidade de sua empresa ter CIPA.

      Imaginemos que sua empresa é do segmento de alimentos com o CNAE 1052-0 (Fabricação de Laticínios), e possui no total 53 funcionários, então observando a tabela acima ela precisa constituir a CIPA. E no encontro dos dois parâmetros determina a necessidade de uma CIPA com dois membros titulares e dois suplentes. Neste caso, serão dois membros titulares por parte dos Empregados e dois membros titulares por parte do Empregador. E para cada representação deverá haver dois membros suplentes. Portanto, a CIPA da empresa terá quatro membros titulares e quatro suplentes.   

      Para constituir a CIPA atendendo a legislação vigente, faz-se necessário o Processo Eleitoral e, posteriormente, o Treinamento da CIPA.

      Se tiver mais DÚVIDAS a respeito, solicite nossa CONSULTORIA GRATUITA clicando AQUI. Entraremos em contato com Você.

      Estamos à sua disposição.  

      Sua Empresa precisa ter o PIE?
      O PIE – Prontuário de Instalações Elétricas é uma exigência para todas empresas com instalações acima de 75kW

      Sua empresa precisa ter o PIE? O que é o PIE?

      O PIE, Prontuário de Instalações Elétricas, é um sistema organizado de informações pertinentes às instalações elétricas e aos trabalhadores que sintetizará o conjunto de procedimentos, ações, documentações e programas que a empresa mantém ou planeja executar para proteger os trabalhadores dos riscos elétricos.

      E a ausência do PIE pode determinar a INTERDIÇÃO do estabelecimento.

      Para implantar o PIE a NR10 – Segurança em Instalações e Serviços com Eletricidade, em seu item 10.2.4 destaca:

      “Os estabelecimentos com carga instalada superior a 75 kW devem constituir e manter o Prontuário de Instalações Elétricas”  

      A inexistência do PIE pode levar à interdição da Empresa, por ser considerada situação de Risco Grave e Iminente.

      Nesse caso, fica a pergunta:

      “Minha empresa possui carga instalada superior a 75 kW?”.

      Esta pergunta pode ser respondida por qualquer profissional habilitado que trabalhe com energia elétrica ou que dê apoio à sua empresa nesta área. De acordo com o Manual de Auxílio na Interpretação e Aplicação da NR10 do Ministério do Trabalho disponibilizado desde 2010 na página daquele órgão:

      “A partir desse valor de 75 kW de potência instalada o fornecimento ao consumidor se dará pela concessionária de energia elétrica habitualmente em alta tensão, com uma cabine de transformação, posto blindado, transformador montado em poste ou de outra forma segundo padronização. Dessa forma, considerando que nessa situação as instalações já se tornam mais complexas com níveis de corrente de curto circuito sensivelmente maiores, foram adotados critérios e exigências mais severas…”

      Por isso, se sua empresa se encontra com fornecimento de energia elétrica acima deste valor e abastecida por uma concessionária com alta tensão, deverá implementar o PIE – Prontuário de Instalações Elétricas.

      Além disso, todos os profissionais que atuam na empresa em contato com instalações elétricas ou executando serviços com eletricidade deverão possuir um dos dois cursos obrigatórios: o Curso de NR10 Básico ou o Curso de NR 10 Complementar.

      Para profissionais que atuam em redes de baixa e media tensão é exigida a capacitação em NR10 – Básico; para os que atuam e alta tensão são exigidas as duas capacitações: NR10 – Básico e NR10 – Complementar.

      Além disso, a cada dois anos deverá ocorrer o Curso de Reciclagem para qualquer destes profissionais, sendo que o não atendimento será considerado condição de Risco Grave e Iminente, o que pode levar a interdição da empresa.

      A BRAVA CONSULTORIA E TREINAMENTO ministra os cursos de NR10 – Básico e NR10 – Complementar, além das respectivas reciclagens.

      Solicite AQUI um ORÇAMENTO sem compromisso.

      NR 09 – PPRA: UMA REFLEXÃO OPORTUNA

      Um “AMBIENTE DE TRABALHO” é permeado por diversas características. Algumas delas tem a ver com o processo que ali é desenvolvido pelos trabalhadores, outras tem a ver com o maquinário ou ferramentas de que eles se utilizam nestes processos. Bem, isso se poderia relacionar com os agentes ambientais, que aliados aos processos e às maquinas e ferramentas, determinarão os potenciais “Riscos Ambientais”.

      E qualquer que seja o ambiente, seja nas atividades administrativas, comerciais, industriais, em serviços extraordinários como limpeza, manutenção, demolição, construção, entre outros, há a presença destes riscos. Como aprendemos, desde as primeiras aulas dos cursos técnicos de segurança do trabalho, ali podem se fazer presentes agentes ambientais físicos, químicos e biológicos. Sem contar ainda aqueles ergonômicos e de acidentes, que se podem observar nos postos de trabalho e nas maquinas e equipamentos, principalmente.

      Alguns aspectos muito importantes destes agentes não devem ser esquecidos no momento em que estivermos desenvolvendo um Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, o popular PPRA: a natureza, concentração, intensidade e tempo de exposição. Estes aspectos é que vão ditar a agressividade ou passividade do agente, além de servirem de base para a adoção de medidas por parte do profissional prevencionista.

      Como destaca a NR09, norma regulamentadora que orienta a elaboração do PPRA, este programa deve conter no mínimo:

      a)Um planejamento anual com metas, prioridade e cronogramas de implantação;

      b)A descrição de estratégias e metodologias de ação na implementação das medidas a que se propõe o programa;

      c)A forma de registro dos dados, da manutenção e divulgação do programa;

      d)A periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do programa.

      Além destes requisitos que o programa deverá conter, a NR09 estabelece a necessidade de uma “Análise Global” do programa pelo menos uma vez ao ano, para realização de ajustes necessários e a reformulação das metas e prioridades. Isso se faz necessário porque nenhuma empresa possui processos estáticos; tudo é muito dinâmico e se modifica constantemente.

      Mas o que se observa, de maneira geral, é um descumprimento das exigências legais por muitas empresas. Pois como diz a Norma, há a obrigatoriedade de se elaborar e implementar o programa por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, independente de seu porte, tamanho e quantidade de funcionários.

      Há ainda aquelas empresas que implantam o “PPRA de Gaveta”, aquele que é feito por uma consultoria e que o empresário joga numa gaveta até o próximo ano, na sua renovação. Aliás, quem vai lembrá-lo da renovação é a empresa de consultoria, pois até mesmo o técnico de segurança esquece o PPRA.

       

      O PPRA, resumindo, é um programa de suma importância, pois nele a empresa reconhece os riscos ambientais do seu processo (natureza, concentração, intensidade e tempo de exposição) a que os trabalhadores estão expostos e detalha todas as medidas de prevenção adotadas para evitar as doenças ocupacionais e os acidentes de trabalho.

      Portanto, prá quem se considera um “Profissional da Prevenção”, é fundamental estar atento para que a empresa não negligencie o perfeito funcionamento do PPRA.